Thursday, December 03, 2009

O que eu quero para SP em 2010

Papai Noel, eu quero o básico:

Eu quero parar o carro na rua e não ser importunada por flanelinhas.
Eu quero que as crianças sejam proibidas de pedir dinheiro no farol.
Eu quero andar no centro e não desviar de camelôs que não pagam impostos.
Eu quero ver a polícia parando os carros que fazem besteira.
Eu quero transporte público eficiente.
Eu quero ser respeitada por outros motoristas.
Eu quero mais respeito com os pedestres.
Eu quero deixar a bolsa no banco da frente e andar de vidro aberto.

Será que é pedir muito?

Tuesday, November 10, 2009

Sequência: Vocação

Bom, como eu ia falando... Saí do último emprego e fiquei em casa cuidando do meu filho. Eu sabia que seria o melhor para todo mundo, mas no fundo eu sempre me cobrei no campo profissional, e achava que a decisão de parar seria um ponto final na minha carreira, afinal ninguém ia querer contratar uma mãe que não ficaria até tarde trabalhando. Pensamento bem negativo, mas realista.

Aí você começa a pensar em alternativas. Mas rolou um pânico! O que fazer? O que dá pra fazer? Daria pra voltar ao mercado sim; quando você sabe o que quer e vai atrás, não tem desculpa, não tem filho que prende, não tem preconceito que te segure. Mas se você ainda tem dúvidas? Tudo é desculpa pra não ir pra frente. E é nessa situação que eu me encontro. E pra enrolar mais as coisas, fiquei grávida de novo, hehehe

Acho que eu vou fazer teste vocacional e parar de inventar desculpas. Salários/orçamentos baixos e chefes/clientes exigentes sempre vão existir, não é mesmo? Se não dá pra fugir, conviva bem com eles. E fazer o que dá prazer é a chave do bem-estar, e disso eu nunca vou desistir, só preciso achar o caminho.

Wednesday, November 04, 2009

Vocação: qual é a sua?

Eu definitivamente fiz quase de tudo na área de comunicação e mesmo assim ainda estou em cima do muro, não sei o que quero. Comecei como recepcionista em uma agência de publicidade em que o dono era um japonês malucão que vivia gritando com os funcionários, socando e batendo nas mesas. Saí de lá correndo, acho até que aguentei demais.

Depois fui trabalhar com assessoria de imprensa, na verdade fui jogada lá pra ser "secretária" de algum setor que não me lembro agora: mandava releases por fax, datilografafa etiquetas, montava press-kits e eventualmente ajudava a organizar eventos. A empresa passou por altos e baixos, e resolvi sair, estava muito infeliz e me sentia incompetente, apesar de todos gostarem do meu trabalho.

Aí fui pra uma agência grandona dessas que aparece em revista pra fazer checking, o que significa verificar se todos os anúncios foram veiculados. Nem preciso dizer que não deu muito certo.

Queria mesmo trabalhar com redação publicitária, então fui chamada por uma empresa pequena onde me ofereceram um cargo como redatora. Fiquei lá uns bons anos, até que me mudei para Los Angeles com meu marido, onde fiz um curso de design gráfico.

Voltei de lá e trabalhei em 3 lugares como assistente de arte, sempre com baixos salários e sem registro correto na carteira. Até conhecer um profissional muito talentoso que já tinha montado uma empresa, e resolvi investir uma grana pra entrar de sócia. Posso dizer que coloquei ali minha alma, sangue e lágrimas (muitas lágrimas). Saí da sociedade chateada e muito triste, até com um rancorzinho incômodo, daqueles que a gente insiste em dizer que não tem.

Bom, a história não acaba aí. Fiquei muito traumatizada com essa última experiência que não quis mais fazer criação. Achei que era preparada pra assumir algo que envolvesse planejamento, pesquisa, etc.

Aí entrei pra outra empresa "grandona" dessas que sai em revista. Uma empresa muito respeitada e cheia de prêmios, ou seja, um sonho de consumo pra qualquer profissional. Entrei como gerente de planejamento, e logo de cara fui apresentada a um projeto de um novo portfolio que virou um pesadelo pra mim, ou seja, só levei bronca e de novo me senti uma completa incompetente! Logo depois deste desastre inicial, fui incumbida de cuidar do financeiro e do mailing, coisas completamente burocráticas. Posso dizer que dei um jeito nessa área, mas fui tateando no início sem ter muita certeza do que estava fazendo, e aí vieram broncas homéricas na frente de todo mundo, dessas que tiram nosso chão e deixam a gente arrasada. Daí pra frente foram momentos de extrema insegurança misturados com pequenos elogios e broncas pra lá pra feias. Isso sem contar que fiquei grávida. Bom, consegui aguentar até sair de licença, mas quando voltei, a sensação ruim era insuportável, e com muita firmeza resolvi pedir as contas.
Continua...

Thursday, September 10, 2009

Cenas legais!

Simpsons: O Filme
"Uma cúpula se aproxima da cidade de Springfield içada por vários helicópteros da Força Americana. Corta para uma rua onde estão o Moe´s Bar e a Igreja. Seus "integrantes" saem para ver o que está acontecendo e se desesperam, afinal o fim do mundo se aproxima. Os bebuns correm para a igreja, e os beatos entram no bar."

Kill Bill
A personagem de Uma Thurman entra num bar e pede uma bebida. O garçom fala: "mas a essa hora da manhã?"

Cara, cadê meu carro?
Ashton Kutcher faz o pedido no drive thru, e a atendente não para de falar: And then?

Tuesday, August 18, 2009

Dicionário Eriquês

Ériquês = de Érico (meu filho)

us = suco
pechéu = chapéu
pecéio = Marcelo (seu primo de 8 meses)
Bay = Barney (aquele dinossauro roxo e bobo)
DD = CD ou DVD
totô= aviso para fralda suja
Tasos=Carlos (faxineiro do prédio)
mamão = mamão, laranja, melão, ou seja, tudo que pareça fruta.
tao=carro

Monday, August 03, 2009

Ai, Fagundes! Por essa eu não esperava...

Antonio Fagundes diz: " vou peitar a lei e fumar em SP". Fiquei incomodada com a notícia e abri o link para entender melhor. A matéria explica que o ator interpretará um fumante no teatro, e vai fumar de verdade em cena. Até conseguiu uma liminar para isso. Pensei comigo: "Até aí tudo bem. Ele deixou avisado, e aqueles que forem à peça sabem a que tipo de toxina seus corpos serão expostos. Tudo pelo bem da arte." Só que a matéria continua. E é aí que meu estômago começou a embrulhar.

O ator maduro e inteligente diz que os fumantes ficaram muito quietos diante da lei. E que a lei é censura. Pelo que eu saiba, ninguém foi proibido de fumar. A lei permite o consumo mas sem colocar a saúde de outras pessoas em risco. Eu por exemplo não teria a coragem de ir contra as leis de trânsito só porque acho que na av. Sumaré não tem problema andar a 90 km/h. O que Fagundes queria? Uma passeata com pessoas fumando seus Marlboros, cigarrilhas e charutos? Ele por acaso quer que o pessoal tenha direito de fumar em locais fechados, soltando fumaça na cara de quem não fuma? Eu realmente não entendi essa postura do Fagundes.

Por favor, né Antonio! Se não tem nada de bom pra falar, melhor ficar quieto.

Friday, July 31, 2009

Comer, Rezar, Amar

Comer, sempre bom. Rezar, não tão bom, mas às vezes necessário. Amar, bom muito bom muito mais do que bom.

Sempre pensei em ler este livro depois de ouvir algumas pessoas comentando. Resolvi comprar mesmo depois que minha professora de Yoga citou uma passagem muito legal e esclarecedora.

Não preciso nem dizer que amei o livro, pois o devorei em menos de uma semana. Fiquei super envolvida com a história verídica dessa mulher em busca de sua felicidade. Após de uma separação difícil, a americana Elizabeth Gilbert embarca rumo a Itália onde se mata de tanto comer, o que para nós mulheres é algo bem complicado de assumir. Aí bate aquele vazio na barriga, e vai pra Índia, e se hospeda em um desses centros de meditação. Quando descobre a arte de manter a mente vazia, ruma direto a Bali para conhecer um curandeiro. Bom, no fim ela se apaixona por um brasileiro e descobre o verdadeiro amor. LINDO, né? Eu simplesmente adorei a trajetória dela.

Este livro gerou tanto interesse entre as mulheres que alguém muito esperto achou um jeito de pegar carona neste sucesso. Agora os homens podem desfrutar uma obra voltada somente para eles, pois foi lançado recentemente o livro "Beber, Jogar, F@#er". Pelo que li, trata-se da mesma história, só que em vez de ir em busca da paz espiritual e da felicidade, o personagem vai atrás de putaria mesmo! Ele foi largado pela mulher e resolveu botar o pé na jaca. Eu adoraria ler este livro, pois deve ser muito engraçado.

Isso mostra para nós mulheres que não adianta tentar mudar os homens. Eles vão curar as feridas de um coração partido bebendo todas e caindo nas garras de uma sedutora qualquer. E nós vamos ficar deprimidas, tentando nos redescobrir, voltar pra si, ou seja, todas essas coisas que os homens acham uma bobagem.

Recomendo "Comer, Amar, Rezar" para a mulherada, pois muitas vão se identificar com a autora. E vou comprar o "Beber, Jogar, F@#er" para dar boas risadas.

Branco de Neve e as Sete Anãs ep. 02

pensando a respeito, affffff.